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Organization Name

ANADESH-Associacao Nacional de Desnvolvimento Economico Social e Humano

Case Story Title

MOVIMENTO PROPAGANDA SEM BEBIDA

Case Story Date

2007/05/05

Issues Addressed

  • Principle 7 - Businesses should support a precautionary approach to environmental challenges

Case Story Category

Internalization and Partnership Project

Countries of Impact

Brazil

Case Description

O Projeto Educando Para Paz, em Franisco Morato, adotou o Movimento Propaganda sem Bebida, em sua luta contra o uso abusivo de substâncias psicoativas.

Como Conselheiro de Atenção à Droga e Álcool, não podia em hipótese alguma ficar fora deste movimento, e quero convidar os Signatarios do Pacto Global das Nações Unidas a Participarem também. A seguir, as informações sobre o movimento, do qual, voluntariamente estamos fazendo parte, como multiplicadores:

MOVIMENTO PROPAGANDA SEM BEBIDAS

O Movimento Propaganda Sem Bebida é uma iniciativa da “Aliança Cidadã pelo Controle do Álcool”, articulação de entidades da sociedade civil, sem personalidade jurídica e sem fins lucrativos, que reúne igrejas, universidades, serviços de saúde, entidades de defesa do consumidor, entidades médicas, conselhos profissionais, sindicatos, ONGs que trabalham com dependência química, grupos de apoio e auto-ajuda, entidades de defesa de portadores de patologias, dentre outras.

Uma das metas da “Aliança Cidad㔠é a aprovação de legislação que limite a publicidade de álcool nos meios de comunicação e em eventos esportivos, culturais e sociais, semelhante à legislação atual que restringe as propagandas de cigarro.

O Movimento Propaganda Sem Bebida é liderado pela Uniad (Unidade de Pesquisa em Álcool e Drogas, da Universidade Federal de São Paulo – EPM/Unifesp) e pelo Cremesp (Conselho Regional de Medicina do Estado de São Paulo).

Nossa meta é atingir um milhão de assinaturas para solicitar a aprovação de lei que limite a propaganda de bebidas alcoólicas, a exemplo da atual legislação para propaganda do cigarro.

Imprima o formulário do abaixo-assinado e recolha assinaturas junto à sua entidade, amigos e comunidade. Os formularios podem ser impressos nos seguinte link:
http://www.propagandasembebida.org.br/abaixo_assinado.pdf

Não estamos recolhendo assinaturas on line.

Todas as pessoas acima de 16 anos podem assinar. Cada pessoa só deve assinar uma vez.

Os abaixo-assinados preenchidos devem ser enviados para Rua da Consolação nº 753 - 7º andar, Centro, São Paulo - SP - CEP: 01301-910.

MANIFESTO.
Pela proibição da propaganda de cerveja e outras bebidas alcoólicas

Nós, cidadãs, cidadãos e entidades da sociedade civil:

DEFENDEMOS a restrição da propaganda de cervejas e outras bebidas alcoólicas nos meios de comunicação e em eventos esportivos, culturais e sociais, semelhante à legislação atual que limita as propagandas de cigarro.

CONCLAMAMOS todos a aderir à campanha de recolhimento de Um Milhão de Assinaturas para sensibilizar o Governo Federal e o Congresso Nacional a aprovar , em regime de urgência, lei que restrinja a publicidade do álcool.

ALERTAMOS que o consumo de álcool é hoje um dos mais graves problemas de saúde e segurança pública do Brasil, porque:
é responsável por mais de 10% de todos os casos de adoecimento e morte no país
provoca 60% dos acidentes de trânsito
é detectado em 70 % dos laudos cadavéricos de mortes violentas
transforma 18 milhões de brasileiros em dependentes
leva 65% dos estudantes de 1º e 2º grau à ingestão precoce, sendo que a metade deles começa a beber entre 10 e 12 anos
está ligado ao abandono de crianças, aos homicídios, delinqüência, violência doméstica, abusos sexuais, acidentes e mortes prematuras.
causa intoxicações agudas, coma alcoólico, pancreatite, cirrose hepática, câncer em vários órgãos, hipertensão arterial , doenças do coração, acidente vascular cerebral, má formação do feto; está ligado a doenças sexualmente transmissíveis, Aids e gravidez indesejada.
impõe prejuízos incalculáveis, atendimentos em pronto-socorros, internações psiquiátricas, faltas no trabalho; além dos custos humanos, com a diminuição da qualidade de vida dos usuários e de seus familiares.

Assim, DENUNCIAMOS que os interesses econômicos; o lobby da indústria de bebidas alcoólicas; a propaganda enganosa e irresponsável; e a omissão governamental levam à total ausência de políticas públicas de prevenção e controle do consumo do álcool no Brasil.

SUGERIMOS, além de normas rígidas de restrição das propagandas:
aumento do preço ou taxação das bebidas alcoólicas, com destinação de recursos arrecadados para prevenção e tratamento de dependentes.
fiscalização e aplicação do Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA). A venda de bebidas alcoólicas para menores é crime que deve ser punido.
controle rigoroso dos motoristas alcoolizados, de acordo com o Código Brasileiro de Trânsito.

Por fim, EXIGIMOS
o direito de viver em uma sociedade livre das conseqüências do uso abusivo do álcool , tais como acidentes e atos de violência;
que informações confiáveis sobre os efeitos nocivos do consumo do álcool sejam oferecidas a todos os cidadãos;
que crianças e adolescentes não sejam expostos a propagandas que incentivem o consumo de bebidas alcoólicas;
que todas as pessoas dependentes do álcool tenham acesso a tratamento digno e adequado

As entidades abaixo relacionadas, declararam seu apoio ao Movimento Propaganda Sem Bebida:

A.C.C.A. – Maristas
Academia Brasileira de Neurologia
Academia de Medicina de São Paulo
Aliança Cidadã pelo Controle do Álcool – Rio do Sul (ACCA)
Associação Amapaense de Apoio à Prevenção, Tratamento, Estudos e Pesquisa do Abuso de Substâncias Psicoativas (AMAPEQ)
Associação Beneficente Antonio Carneiro Lopes
Associação Brasileira de Defesa do Consumidor - (ABRACON-RJ)
Associação Brasileira de Economistas Domésticos – Fortaleza (ABED-CE)
Associação Brasileira de Medicina do Tráfego (Abramet)
Associação Brasileira de Mulheres Médicas - Seção São Paulo (ABMM-SP)
Associação Brasileira de Psiquiatria
Associação Brasileira do Estudo do Álcool e Outras Drogas - ABEAD
Associação Cidade Verde – Porto Velho (ACV-RO)
Associação das Donas de Casa e Consumidores – Florianópolis (ADOCON-SC)
Associação das Donas de Casa e Consumidores de Tubarão (ADOCON-TB)
Associação de Apoio de Defesa do Consumidor – Fortaleza (ASADEC-CE)
Associação de Defesa do Consumidor – Recife (ADECON-PE)
Associação de Defesa do Consumidor do Estado – Macapá (ADECAN-AP)
Associação de Defesa dos Usuários de Planos de Saúde – Recife (ADUSEPS-PE)
Associação de Defesa e Orientação do Cidadão – Curitiba (ADOC-PR)
Associação de Defesa e Orientação do Cidadão (ADOC)
Associação de Educação Católica de São Paulo
Associação de Educação e Defesa do Consumidor – Fortaleza (ADEC-CE)
Associação de Proteção ao Consumidor – Porto Alegre (APC-RS)
Associação dos Cirurgiões de Taubaté - São Paulo - ASSOCITAU
Associação Essência de Vida - Joinville/SC
Associação Maranhense de Psiquiatria (AMP)
Associação Médica Brasileira de Acupuntura (AMBA)
Associação Narconon Brasil
Associação para Prevenção e Recuperação Humana SOS
Associação Paranaense Estilo de Vida (APEV)
Associação Reciclázaro
Associação Médica Brasileira (AMB)
Associação Parceria Contra Drogas
Associação Paulista de Homeopatia
Associação Paulista de Medicina (APM)
Associação Popular de Saúde de Cangaíba
Associação Serviço e Sobriedade de Amor e Esperança – S. J. Rio Preto
Associações dos Cirurgiões de Taubaté – SP
Cantilena Artesanal - GO
Casa do Caminho Bezerra de Menezes
Casa do Menor de São Vicente
Centro de Atendimento e Apoio ao Adolescente da Universidade Federal de São Paulo
Centro de Defesa da Vida
Centro de Defesa do Consumidor – Natal (CDC-RN)
Centro Terapêutico Recanto Sereno de Ubatuba
Clínica de Doenças Renais ALtda. - Guarapuava (PR)
Clínica Dr. Benjamin - Centro de Recuperação Nova Era
Colégio Brasileiro de Cirurgia Digestiva
Comen – Americana
Comitê de Defesa do Consumidor Organizado – Florianópolis (DECONOR-SC)
Comunicação e Cultura
Comunidade S8 - São Gonçalo - RJ
Confederação Médica Brasileira
CONIB - Confederação Israelita do Brasil
Conselho Comunitáro de Segurança - CONSEG - Centro-Sul/Bauru
Conselho Estadual Antidrogas CEAD do Estado do Maranhão
Conselho Estadual de Entorpecentes de São Paulo – CONEN/SP
Conselho Estadual de Entorpecentes do Amazonas (CONEN/AM)
Conselho Federal de Medicina (CFM)
Conselho Municipal Antidrogas de Mafra (SC) (COMAD)
Conselho Municipal Antidrogas de Pederneiras (COMAD)
Conselho Municipal Antidrogas de Rancharia - SP (COMAD)
Conselho Municipal Antidrogas de São José do Rio Preto - SP
Conselho Municipal Antidrogas de São José dos Campos - SP (COMAD)
Conselho Municipal de Entorpecentes - Americana
Conselho Regional de Medicina do Amapá
Conselho Regional de Medicina da Paraíba (CRM-PB)
Conselho Regional de Medicina do Paraná
Conselho Regional de Enfermagem de São Paulo
Conselho Regional de Medicina do Estado do Amapá
Conselho Regional de Medicina do Estado da Bahia (CREMEB)
Conselho Regional de Medicina do Estado de Goiás
Conselho Regional de Medicina do Estado de Mato Grosso
Conselho Regional de Medicina do Estado de Mato Grosso do Sul
Conselho Regional de Medicina do Estado de Minas Gerais
Conselho Regional de Medicina do Estado do Pará
Conselho Regional de Medicina do Estado de Santa Catarina
Conselho Regional de Medicina do Estado do Tocantins
Cruz Azul no Brasil – Blumenau (SC)
Departamento de Neurologia e Psiquiatria da Faculdade de Medicina da Unesp
Editora Rede da Paz - GO
Equipe Técnica da Coordenadoria Estadual Antidrogas (CEAD/SEJU/PR)
Escola de Pais do Brasil
Esquadrão da Vida de Indaiatuba (EVIN)
Faculdade Novo Ateneu de Guarapuava
Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia (Febrasgo)
Federação Brasileira de Amor-Exigente
Federação dos Médicos do Estado de São Paulo
Federação Espírita do Paraná
Federação Israelita do Estado de São Paulo (FISESP)
Federação Nacional dos Técnicos de Segurança do Trabalho - FENATEST
Fórum das ONGs/Aids do Estado de S. Paulo (170 organizações)
Fórum de Entidades Nacionais de Defesa dos Portadores de Patologias e Deficiências
Grande Loja Maçônica do Estado de São Paulo (GLESP)
Grupo de Amor-Exigente em São Sebastião – SP
Grupo de Apoio a Dependentes Químicos, familiares e/ou amigos e da Comunidade Terapêutica "GABATA” - São Roque
Grupo de Apoio aos Alcoólatras e Narcóticos de Pederneiras (GAAN)
Grupo Pela Vidda/SP
Grupo Tikvá de Amor-Exigente
IDEAIS - Instituto de Desenvolvimento, Estudos, Ações e Implementações Sociais
Instituto Brasil Legal de Cidadania e Justiça Social
Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor – São Paulo (IDEC-SP)
Instituto de Psiquiatria HC/FMUSP
Instituto Nova Aliança
Instituto para Consumo Educativo Sustentável – Belém (ÍCONES)
JACS-Brasil (Judeus Alcoólicos, Comprometidos com Droga e Seus Familiares)
Jardim da Transfiguração - GO
Jornal Visão Judáica - Curitiba - Paraná
Medicina Preventiva - Unimed Amparo
Mosteiro da Anunciação do Senhor - GO
Movimento das Donas de Casa e Consumidores da Bahia – Salvador (MDCC-BA)
Movimento das Donas de Casa e Consumidores de Minas Gerais – Belo Horizonte (MDCC-MG)
Movimento das Donas de Casa e Consumidores do Rio Grande do Sul – Porto Alegre (MDCC-RS)
Núcleo Terapêutico Nova Vida - Rio Negro (PR)
Organização Sionista do Rio Grande do Sul
ONG "Trânsito Sóbrio" (Blumenau - SC)
Pastoral Carcerária - GO
Pastoral da Sobriedade da Igreja Nossa Senhora de Aparecida
Phoenix Comunicação Integrada (http://www.editoraphoenix.com.br)
Portal PLETZ (http://www.pletz.com)
Prefeitura Municipal de Andradina
PROED e JCC - Programas de Prevenção da Polícia Militar
Programa de Extensão em Alcoologia (PEA) da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ)
Read Psiquiatria (http://www.readpsiquiatria.com.br)
Rede Virtual Setor Social
Rotary Internacional (Distrito 4651)
Sindicato dos Médicos de São Paulo
Sistema de Ensino Mary Ward
Site Alcoolismo.com.br (http://www.alcoolismo.com.br)
Site Hepcentro (http://www.hepcentro.com.br)
Sociedade Brasileira de Cirurgia Cardiovascular
Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica
Sociedade Brasileira de Infectologia
Sociedade Brasileira de Neurocirurgia
Sociedade Brasileira de Ortopedia e Traumatologia – (Sbot)
Sociedade de Cardiologia do Estado de São Paulo - SOCESP
Sociedade de Obstetrícia e Ginecologia do Estado de São Paulo - Sogesp
Sociedade Santos Mártires
SOS Esperança e Vida
Tempo de Viver - Unidade de Dependências Químicas - Guarapuava – PR
União Sulamericana das Federações de Karatê Goju Ryu
Unidade de Pesquisa em Álcool e Drogas - UNIAD
Universidade Estadual do Centro Oeste (Unicentro) – Guarapuava (PR)
Vida-Brasil Valorização do Indivíduo e Desenvolvimento Ativo – Fortaleza (VIDA-BRASIL-CE)
Volkswagen Serviços S.A.
SAMEB Barueri – SP
Conselho Municipal de Saúde Buritizal – SP
Inst. Desenvolvimento e Estudos Volta Redonda – RJ
Escolas Estaduais Ribeirão do Pinhal – PR
Loja Maçônica Aurora Caiapônia – GO
Viação Águia Branca Salvador – BA
Secretaria Mun. Saúde Modelo – SC
Secretaria Mun. Saúde Xaxim – SC
Conselho Mun. Antidrogas Altair – SP
Secretaria Mun. Saúde Modelo – SC
Sind. Odontologistas de Goiás Goiânia – GO
Hosp. Mun. Pillacle Ducci Sto. Antonio do Paraíso – PR
Prefeitura Mun. Catanduva Catanduva – SP
Assoc. Amor Exigente Araçatuba – SP
Evolução Rio de Janeiro – RJ
Delegacia de Bauru Bauru – SP
Igreja Católica Arvoredo – SC
Fraternidade Areadense Areado – MG
Fraternidade Joaquim Ledo Cosmópolis – SP
Ideais Volta Redonda – RJ
Amor Exigente Araçatuba – SP
Petrobrás Laranjeiras – SE
Hospital João Evangelista São Paulo – SP
Evolução Rio de Janeiro – RJ
Prefeitura Cândido Mota – SP
Prefeitura Criciúma – SC
Secretaria de Estado da Saúde Florianópolis – SC
Secretaria de Saúde Jacareí- SP
Lions Clube Santo André – SP
Secretaria Mun. Saúde Laguna – SC
Secretaria Mun. Saúde Jaguaruna-SC
Loja Maçônica Tríplice Aliança Manhuaçu - MG
Fraternidade Ararense Araras- SP
Prefeitura Mun. Registro - SP
Grande Oriente Belo Horizonte -MG
Assoc. Antialcoólica Pacaembu – SP
Promotoria de Justiça Nova Petrópolis – RS
Grande Oriente Brasília - DF
Conselho Antidrogas São Jose dos Campos - SP
Secretaria de Estado da Saúde Faxinal dos Guedes - SC
Secretaria de Estado da Justiça e Cidadania São Mateus do Sul - Pr
Vôo Livre Dois Córregos - SP
Loja Maçônica Santa Helena de Goiás - GO
Prefeitura Concórdia - SC
Loja Maçônica Pires do Rio - GO
Prefeitura Pinheiro Preto- SC
Loja Maçônica Morrinhos-GO
Secretaria de Estado da Justiça e Cidadania Curitiba – PR
Prefeitura Ituporanga- SC
Grande Oriente Porto Velho - RO
Loja Maçônica Nerópolis- GO
Paróquia Santíssima Trindade Tietê - SP
SAMEB Barueri - SP
DIR- VI Araçatuba – SP
Conselho Municipal de Saúde Itaí - SP
Prefeitura Botucatu - SP
DIR- VI Araçatuba – SP
União das Américas Caraguatatuba- SP
Conselho Municipal de Saúde Barretos - SP
Conselho Nacional de Saúde Brasília - DF
Prefeitura Morro da Fumaça - SC
Loja Maçônica Avaré - SP
Loja Rangel Pestana São Paulo – SP
Conselho Municipal de Saúde Ibirajuba - PE
Conselho Municipal Antidrogas São Jose dos Campos - SP
Conselho Regional de Biologia Recife – PE
Secretaria da Educação Vinhedo - SP
COMAD São Jose dos Campos - SP
Centro de Saúde Escola Botucatu - SP
Conselho Municipal de Saúde São Jose do Rio Preto - SP
ARLS Veritas Santos – SP
Secretaria Mun. Saúde São João do Sabugi-RN
Prefeitura Ivai - SP
Conselho Municipal de Entorpecentes Americana SP
Secretaria Mun. Saúde Suzano – SP
ARLS Liberdade e Justiça Natal- RN
Secretaria Mun. Saúde Ouro Branco - RN
Secretaria de Estado da Saúde Auriflama- SP
Secretaria Mun. Saúde Sta.Cruz do Rio Pardo - SP
Loja Maçônica Gov. Valadares- MG
Santa Casa Dois Córregos - SP
Prefeitura Municipal São João da Boa Vista- SP
Loja Maçônica Betim - SP
Prefeitura Municipal Cambé-PR
Prefeitura Municipal Irani-SC
Prefeitura Municipal Massaranduba- SC
Centro de Saúde III Bernardino de Campos - SP
Prefeitura Municipal Entre Rios - SC
Instituto EAIS Volta Redonda – RJ
Conselho Nacional de Saúde Botucatu - SP
IPS Contabilidade Ubaitaba- BA
Conselho Regional de Biologia Recife – PE
EE Profª. Francisca Alves Gevaero Balneário Camboriú - SP
Centro de Saúde III Tambaú - SP
Pastoral da Sobriedade São Luís – MA
SET Salvador – BA
APOT Campinas - SP
Colégio São Luis São Paulo – SP
Enza – SODEXTO Campinas - SP
Conselho Regional de Biologia Recife – PE
Paróquia Santo Antônio Paraibuna- SP
Abraz São Paulo – SP
Hospital Geral de São Mateus São Paulo – SP
Loja Maçônica Vigilância e Fraternidade Inhumas - GO
Associação Médica de MG Belo Horizonte-MG
Loja Maçônica Ponta Porá Ponta Porã - MS
Coord. Estadual Controle do Câncer Palmas- TO
Conselho Estadual de Saúde Florianópolis – SC
Prefeitura Barra Velha - SC
Grupo Prever Catanduva- SP
Grupo Prever São Jose do Rio Preto - SP
EE Voluntários de 32 São Jose do Rio Preto - SP
Prefeitura Salvador – BA
Prefeitura Xavantes – SP
ARLS Barão de Ramalho Bertioga – SP
Loja Maçônica Fraternidade Carmópolis de Minas- MG
Prefeitura Curitiba – PR
Conselho Federal de Nutricionistas Brasília - DF
Prefeitura Luis Alves- SC
Prefeitura Taio- SC
Escola Agrotécnica Federal Muzambinho - MG
APOT Campinas – SP
APOT Campinas – SP
Prefeitura Itapecerica da Serra - SP
GABATA São Paulo – SP
OAB São Paulo – SP
UNESP São Jose do Rio Preto - SP
Prefeitura Santa Isabel - SP
Santa Casa Santos- SP
Hospital João Evangelista São Paulo – SP
Grande Oriente Goiânia- GO
Associação Água Pura Londrina - PR
Conselho Municipal de Saúde Santana do Araguá
Promotoria de Justiça Nova Petrópolis-RS
Loja Maçônica Cláudio - MG
Unimed Amparo- SP
Câmara dos Deputados Teresina - PI
UBS Itaoca- SP
Loja Maçônica Cláudio Neves Uberlândia - MG
Loja Maçônica Justiça e Caridade Itumbiara-GO
Paróquia São José Coronel Freitas-SC
Loja Maçônica Caminho dos Inconfidentes Itabirito- MG
SET-Salvador Salvador – BA
Loja Maçônica Edmundo de Oliveira Mirassol D´Oeste-MT
Igreja de Fátima Campinas - SP
Escola Arquipélago Fernando de Noronha Fernando de Noronha- PE
Paróquia Coração de Maria Campinas - SP
Comunidade Escola Prof. Diomar de Oliveira Pegorer Arapongas- PR
Secretaria Mun. De Educação e Esportes Arapongas- PR

Depoimentos de incentivo e apoio ao Movimento Propaganda Sem Bebida:

"Já de posse do abaixo assinado, estaremos buscando as assinaturas para apoiarmos esta iniciativa que é fundamental para a redução do consumo de álcool."
Marcelo Garcia de Lima – São Paulo (26/06)

"Apóio o movimento e gostaria de divulgá-lo ainda mais."
Roberto Almeida - CRMSP 68143 – São Paulo (23/06)

"Quero participar desta maravilhosa iniciativa."
Marylin Tatton – São Paulo (22/06)

"Com satisfação tomei conhecimento do movimento de vocês. Estou à disposição para entrar nesta luta e na medida do possível coordenar os trabalhos aqui em Salvador neste sentido. Nossa luta é antiga e temos muito chão pra percorrer."
Cristina Aragon - Gerente de Educação para o Trânsito da Superintendência de Engenharia de Tráfego - Salvador (22/06)

"Gostaria de aderir à Campanha Propaganda Sem Bebida. Seria muito interessante se o CREMERS aderisse. Temos que alcançar todos os conselhos de classe e segmentos sociais, bem como os conselhos de direito. Parabéns."
Marta Conte - Psicanalista, Escola de Saúde Pública (Centro de Referência em Redução de Danos); professora/pesquisadora da UNISINOS (São Leopoldo) – Rio Grande do Sul (22/06)

"Tenho dado palestras e esclarecido sobre os prejuízos que o álcool provoca no cérebro das pessoas, alertando, principalmente, para os danos que ele causa ao desenvolvimento de crianças e adolescentes. Fico feliz por estar acontecendo a Campanha Propaganda Sem Bebida. Farei o que puder para mobilizar o pessoal."
Elvira Eliza França – Manaus (22/06)

"Gostaríamos de manifestar nosso inteiro apoio ao manifesto ao pelo fim da propaganda de bebidas alcoólicas, nos meios de comunicação em geral, em eventos esportivos, culturais e sociais."
Wagner F. Neves - Coordenador Geral Espaço Vida Viva (21/06)

"Há algum tempo sinto que principalmente os jovens estão consumindo álcool demais em busca ilusória de alegria. Como mãe e professora sou totalmente contra a propaganda de bebidas alcoólicas pela TV e outdoors."
Jeanete Aparecida Barreto Marzola (20/06)

"Estamos nos unindo a este manifesto de suma importância no combate à propaganda de álcool, principalmente entre os adolescentes. Somos uma equipe que trabalha com dependentes químicos com morbidade psiquiátrica."
CAISM ÁGUA FUNDA (15/06)

"Gostaria de confirmar minha participação na lista do Manifesto pela proibição da propaganda de cerveja e outras bebidas alcoólicas."
Ana Maria Brum Barbosa (10/06)

"Este manifesto veio em ótima hora diante dos abusos observados nos meios de comunicação que veiculam propaganda de bebidas alcoólicas, em especial a cerveja, e deve ir avante para mobilizar a sociedade, organizações representativas da sociedade e órgãos governamentais. Parabéns pela iniciativa." -
ASSOCITAU - Associação dos Cirurgiões de Taubaté - São Paulo - Diretor Presidente Dr. Edson de Oliveira Vandaleti - Cremesp 49582 (08/06)

"Me solidarizo com a Campanha Propaganda Sem Bebida. Sou uma mãe como qualquer outra e desejo um mundo melhor e mais feliz para todos os filhos."
Glenys Abdo (07/06)

Estudo revela que o alcoolismo já é a terceira maior doença no país
Levantamento da OMS aponta o consumo excessivo de álcool como responsável por mais de 10% dos problemas de saúde pública no Brasil.

Estudo realizado pela Organização Mundial de Saúde (OMS), divulgado apenas nos meios científicos, revela que o alcoolismo já é a terceira maior doença no país. Só perde para os males do coração e os tumores. Os resultados do levantamento, feito no ano 2000, indicam também que 5,6% de todas as mortes de homens ocorridas no planeta e 0,6% de mulheres são atribuídas ao consumo de álcool. Em 1990, a estimativa de mortalidade dos dois sexos em conseqüência da bebida era de 1,5%, o que indica uma preocupante tendência de ascensão.

Analisando o estudo da OMS, os psiquiatras Ronaldo Laranjeira e Nino Meloni, da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), chegaram à conclusão de que o alcoolismo é o principal problema de saúde pública no Brasil. Segundo o levantamento, mais de 10% de toda a mortalidade ocorrida no país é conseqüência do consumo excessivo de álcool.

Os médicos observam ainda no estudo da OMS que o volume médio de consumo individual é importante variável relacionada aos danos provocados pelo alcoolismo.

Consumo
Segundo Meloni, o Brasil é o quarto maior produtor de bebidas destiladas do mundo — o primeiro é a China, com 725 milhões de litros de baijiu produzidos por ano, seguida da Rússia, com 350 milhões de litros/ano de vodka. Dos cerca de 200 milhões de cachaça comercializadas por ano no Brasil, 195 milhões de litros vão para o mercado interno.

“Cruzados com dados da população brasileira, cuja densidade é inferior à asiática, os números, por si só, já são fortes sinais de alerta sobre o potencial de riscos”, diz. Com base no estudo da OMS, Meloni afirma que os problemas decorrentes do consumo de bebidas alcoólicas crescem na medida em que as nações se desenvolvem.

Segundo o psiquiatra, nos países ricos, embora a acessibilidade ao álcool seja grande, o consumo é moderado em razão de diversas formas de controle social, como normas de utilização da bebida, política de preços, controle promocional, uso educacional dos meios de comunicação, entre outros.

Já nos países de economia intermediária, como o Brasil, segundo Meloni, além de não existir controle para o consumo do álcool, há um conjunto de fatores que facilitam o acesso à bebida, principalmente entre os jovens. Um deles é o preço baixo, já que com R$ 0,50 é possível comprar, em qualquer bar, uma dose de cachaça.

Menores de 18 anos
Embora a venda de bebida alcoólica seja proibida para menores de 18 anos, estudo recente realizado pela Unifesp na cidade de Paulínia, na região de Campinas, revela que não é isso o que ocorre. Segundo o levantamento, 90,4% dos donos de estabelecimentos admitiram nunca ter checado a idade do adolescente antes de vender bebidas alcoólicas e outros 80% nunca pediram documento.

O médico Marcos Romano, um dos pesquisadores da Unifesp, afirma que outro dado surpreendente do levantamento é que 76% dos estabelecimentos não impõem nenhum tipo de controle à quantidade de bebida que um cliente pode consumir. Além disso, 52% dos comerciantes acham que não é responsabilidade sua se um consumidor se embriaga.

O estudo mostra ainda que a maioria dos bares tem clientela habitual e uma parcela significativa dela é formada por pessoas desempregadas. Outro dado assustador, na opinião de Romano, é que os estabelecimentos informaram vender mais de 15 mil garrafas por mês. Por conta dessa fiel clientela e do consumo elevado, os bares estão em expansão na cidade. O estudo revela que um terço dos estabelecimentos funciona há no máximo um ano.

Política pública
O estrago provocado pelo alcoolismo tem alto custo social no mundo todo. Especialistas afirmam que, no Brasil, as políticas públicas para controle do consumo da bebida não produzem o efeito desejado porque falta mobilização da sociedade.

“O Governo brasileiro não é um representante confiável para discutir a política de saúde pública para o álcool”, diz o médico Ronaldo Laranjeira. “Tanto que, em Genebra, durante reunião da OMS para tratar do assunto, em janeiro, o Brasil se opôs a adotar a medida mais efetiva para controlar o consumo da bebida, que é a elevação do preço”, comenta o especialista. “Essa atitude me deixa envergonhado, porque mostra que o interesse da indústria do álcool vem sendo contemplado”, observa Laranjeira.

Cristina Christiano
Diário de São Paulo (13/02/2005)

Alcoolismo ameaça 50% dos usuários
Entre os 25% de jovens de 14 a 19 anos das classes A e B que mantêm um padrão de consumo de álcool considerado de risco pela Organização Mundial de Saúde -como aponta pesquisa do Programa de Orientação e Atendimento a Dependentes-, metade é forte candidata ao alcoolismo, diz o psiquiatra Dartiu Xavier, autor do estudo.

Segundo a pesquisa, 15% desses jovens bebem moderadamente para padrões adultos, o que já compromete sua saúde. Outros 10% têm um consumo de álcool considerado pesado pela OMS, o que significa que implica danos irreversíveis ao organismo.

A pesquisa mostra ainda que 70% dos jovens com vida sexual ativa pesquisados usam preservativo de forma irregular e, mesmo assim, mais de 75% deles acha que não corre risco de contrair o vírus da Aids.

"Quando o jovem consome bebidas, perde mesmo a capacidade crítica. A negociação do uso de camisinha fica difícil, quando não há esquecimento mesmo", explica Ana Glória Melcop, da Rede Brasileira de Redução de Danos. "Esses jovens se sentem distantes e protegidos da Aids por uma questão de classe e pela sociedade medicalizada", avalia a psicóloga, consultora em educação e colunista da Folha Rosely Sayão. Para ela, "é cada vez maior a arrogância desses jovens em relação à vida" e, por isso, eles assumem comportamentos de risco.

Para o psicanalista Contardo Calligaris, colunista da Folha, "correr riscos é algo próprio da adolescência". "Mas, em vez de arrancar os cabelos por considerar essa atitude imoral ou perigosa, o melhor seria constituir políticas de saúde baseadas em comportamentos estabelecidos", diz.

Até agora, o governo fez pouco para combater o consumo de álcool.

Preocupações distorcidas

Os perigos desse uso abusivo da bebida, no entanto, não param por aí. O álcool é apontado por diversas pesquisas como a principal causa de acidentes de trânsito, que, por sua vez, estão entre as três principais causas de morte de jovens brasileiros de 15 a 24 anos.

Um levantamento feito em 2003 mostrou que 100% das pessoas que davam entrada no pronto-socorro de Paulínia nos finais de semana, após se envolverem em acidentes de trânsito, quedas ou brigas, estavam alcoolizadas. "A preocupação dos pais e das escolas com as drogas ilícitas fez com que houvesse negligência em relação ao álcool e sua ligação com comportamentos de risco, acidentes e violência. Há até um estímulo da sociedade para o consumo de bebida", diz Melcop.

Basta ligar a TV ou olhar os outdoors para perceber que o público-alvo das campanhas da indústria do álcool é o jovem. "A publicidade de bebida bate pesado justamente nessa população. E a gente sabe que o adolescente é vulnerável a essa influência", afirma Xavier. "Existe uma crença generalizada de que o álcool é uma substância inócua porque é legal", diz. Xavier afirma ser muito procurado por pais preocupados com um filho que fuma um cigarro de maconha por mês enquanto outro filho bebe todos os dias sem que isso provoque alerta.

Fernanda Mena – Folha de S. Paulo – 13/06/200

25% dos jovens da elite bebem em excesso
Cena um: pouco depois da meia-noite, Carol, 17, entorna o último gole da segunda dose de uísque da noite. Ela está na casa de um colega que assaltou o armário de bebidas do pai. Lá pelas 2h, Carol pára de contar os copos que passam por sua mão. "Fiquei louca", diz.

Cena dois: às 6h, Carol acorda com o celular tocando insistentemente. Ela ainda está no local da festa, e a mãe está à sua caça. "Perdi a noção do tempo", admite. Mas o pior está por vir: minutos depois de acordar, Carol recorda "em flashes", como gosta de dizer, que tinha transado sem camisinha com um garoto que havia conhecido naquela noite.

"Comecei a chorar na hora. Até hoje não sei dizer se transei sem camisinha porque a gente não tinha uma na hora ou se foi porque eu estava tão bêbada que nem lembrei que isso existia."

Com pai empresário e mãe médica, Carol é a típica adolescente de elite. Mora em um apartamento de quatro dormitórios num bairro de classe média alta da zona oeste de São Paulo. Estuda em uma escola particular de renome, na qual já teve aulas de orientação sexual e de prevenção à Aids.

Recebe mesada gorda, veste roupas da moda e sai à noite, em média, duas vezes por semana. Em suas andanças noturnas, bebe cerca de seis latas de cerveja. "Só que, depois daquela festa, nunca mais bebi tanto."

Sem contar o episódio aos pais, Carol fez um teste de HIV. "Está tudo certo. Tive muita sorte." Se fosse um caso de "azar", ela teria engrossado o número de jovens portadores de HIV. Até 2003, eles eram mais de 47 mil entre 13 a 24 anos. Quase a metade deles contraiu o vírus por via sexual.

Que adolescente bebe todo mundo sabe. Que transa sem camisinha parece surpreendente para os pais, que, confiantes na difusão de informações sobre drogas e Aids, são os últimos a saber o que seus filhotes aprontam longe da vigília familiar. Acontece que histórias como a de Carol não são tão raras quanto se imagina.

É isso o que indica uma pesquisa inédita do Proad (Programa de Orientação e Atendimento a Dependentes), da Unifesp (Universidade Federal de São Paulo). São dois os dados mais surpreendentes do levantamento, realizado com jovens de 14 a 19 anos de escolas particulares voltadas para as classes A e B de São Paulo, Brasília e Campinas. O primeiro é que um quarto dos adolescentes mantém um padrão de consumo de álcool considerado de risco pela OMS (Organização Mundial da Saúde).

"Bebem de maneira considerada arriscada para adultos, imagine para jovens", avalia o psiquiatra Dartiu Xavier, autor do estudo e coordenador do Proad. "É um consumo que promove danos sérios e irreversíveis à saúde, como a destruição de neurônios e do fígado." O segundo dado é que, entre aqueles que têm vida sexual ativa (cerca de 70%), só 30% faz uso sistemático de camisinha.

Entre um dado e outro, há um agravante: os adolescentes que bebem com alguma regularidade (65% deles) tiveram uma média de quatro parceiros sexuais diferentes nos seis meses que antecederam a pesquisa. Alguns tiveram até oito parceiros no período.

"Não sei o que assusta mais: o consumo de álcool ou o comportamento sexual de risco", afirma Xavier. "Os dados revelam que o aumento do número de parceiros e de relações sexuais está diretamente relacionado à quantidade de álcool consumida. Se isso é proporcional, esses adolescentes estão menos criteriosos quanto à escolha do parceiro."

"Para esses jovens de classe A e B, essa talvez seja uma maneira de dizer que, apesar do casulo de hiperproteção mantido pelos pais, eles vivem algumas coisas de verdade e assumem riscos", avalia o psicanalista e colunista da Folha Contardo Calligaris.

Os amigos Marcela, 17, Tiago, 16, e Luíza, 17, tratam do tema com naturalidade. Eles admitem beber duas ou mais vezes por semana e já ter feito sexo sem proteção após consumir doses exageradas de álcool. "Acho que o álcool faz a gente querer correr mais riscos. Quando estamos bêbados, perdemos a percepção do perigo", diz Luíza.

Pesquisa

O estudo - também dos pesquisadores Otávio Castello, Evelyn Doering e Thiago Fidalgo- utilizou o método de amostragem aleatória. Foram sorteadas 12 escolas de classe A e B de São Paulo, Brasília e Campinas e 300 alunos de 14 a 19 anos.
O questionário aplicado foi padrão da OMS, que traz "pegadinhas" para detectar mentirosos -60 alunos foram excluídos.
Foram adotados nomes fictícios para os adolescentes em respeito ao Estatuto da Criança e do Adolescente.

Fernanda Mena – Folha de S. Paulo – 13/06/2004

Manifesto tem o apoio da Associação Brasileira de Mulheres Médicas
A Associação Brasileira de Mulheres Médicas – Seção São Paulo (ABMM-SP), em sua última reunião da Diretoria 2004-2006, decidiu, por unanimidade, apoiar o Conselho Regional de Medicina do Estado de São Paulo (Cremesp), pelo lançamento do manifesto a favor da proibição da propaganda de cervejas e outras bebidas alcoólicas , denominado “Propaganda sem Bebida”, liderado pelo Cremesp e pela Uniad (Unidade de Pesquisa em Álcool e Drogas da Universidade Federal de São Paulo – Unifesp).

A entidade que congrega as Mulheres Médicas está consciente da necessidade de sua participação em ações sociais como esta e preocupada também com o fato de o alcoolismo constituir, hoje, grave problema de saúde pública no Brasil, com o agravamento de o jovem, especialmente o adolescente, ser estimulado quotidianamente pela enganosa publicidade das bebidas alcoólicas que predomina na mídia.

A campanha, lançada em 15 de maio último, entre outras reivindicações, defende a aprovação da lei que limitará a propaganda indiscriminada do álcool e a taxação ou aumento do preço das bebidas alcoólicas, usando os recursos arrecadados na prevenção e tratamento dos dependentes.

São Paulo, 3 de junho de 2004

Associação Brasileira de Mulheres Médicas – SP

Presidente: Jocelyne Rosenberg
Vice-presidente: Mara E. Rocha Gandara
Secretária Geral: Elizabeth Prudente Correa
Primeira Secretária: Anabel Scaranelo
Tesoureira Geral: Francy Reis da Silva Patricio
Primeira Tesoureira: Adriana Carvalho Crespo
Diretora Dep. Científico: Tania L. R. Martinez
Diretora Sócio-Cultural: Ieda Theresinha N. Verreschi
Relações Públicas: Maria da Glória M. C. Ferraz
Defesa de Classe: Helena Stivanin \n

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Presbítero JC Pereira
Projeto Educando Para a Paz
educapaz2004@yahoo.com.br


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